Tudo começou no almoço. Valdir havia preparado um
frango cozido. Estava delicioso, mas ele cometeu o erro clássico de usar a
mesma tábua onde cortou o frango cru para picar o coentro do tempero final. O
resultado? Uma pequena e silenciosa rebelião bacteriana começou a se organizar
em seu trato digestivo.
Umas três horas depois, Valdir estava na sala,
assistindo à reprise do futebol. De repente, uma bolha de ar subiu pelo seu
abdômen. Parecia apenas mais um daqueles gases inocentes, fruto do feijão de
ontem. Ele avaliou o cenário: estava sozinho na sala, a janela estava aberta, o
vento estava a favor. Seria um estalo rápido e libertador.
Ele relaxou o corpo e deu o comando para o
lançamento.
Pof.
O som não foi o esperado. Não houve o eco seco de
um gás livre. Foi um som abafado, úmido e acompanhado por uma sensação térmica
quente e suspeita. Um calafrio subiu pela espinha de Valdir.
— Não... — sussurrou para as paredes vazias.
Ele se levantou lentamente, fazendo o "passo
do pinguim" — aquela caminhada com as pernas rigidamente coladas para
evitar um desastre maior. Chegando ao banheiro, a suspeita se confirmou. O
frango havia cobrado seu preço. Era pouca coisa, mas o suficiente para trair a
confiança de um homem de quase sessenta anos.
— Maldito frango... — resmungou Valdir, iniciando o
protocolo de emergência: chuveirinho, sabonete neutro e a eliminação imediata
daquela cueca de guerra.
Já recomposto e com uma cueca limpa, Valdir
sentou-se na cozinha com uma vontade avassaladora de tomar um café. Ele pegou o
pote de descafeinado, achando que estava sendo prudente. Foi quando, em um
estalo de bom senso (ou uma voz amiga na sua cabeça), ele lembrou que até o
descafeinado solta o intestino.
Com um suspiro resignado, Valdir guardou o café e colocou uma água para ferver. Cinco minutos depois, ele estava de volta ao sofá, segurando uma xícara morna de chá de camomila. Olhou para a TV, tomou um gole do líquido insosso e pensou que, a partir daquele dia, nunca mais subestimaria um frango. E, acima de tudo, nunca mais confiaria em um pum.
Eram os anos 80 eu tinha meu 12 anos e naquela época os filmes na tv eram o assunto na escola no dia seguinte e esse filme que passou na Rede Record me marcou bstante. Claro que eu já tinha visto alguns filmes de Drácula na tv com o ator Christopher Lee ( Que para mim para mim foi oque melhor interpretou o personagem no cinema).
Mas esse filme tem o seu charme próprio,o enredo do filme gira em torno de Caleb Croft (interpretado por Michael Pataki), um poderoso vampiro que jaz em seu túmulo há décadas. Um casal de namorados em um cemitério acaba por desencadear, de alguma forma, a ressurreição do vampiro.
Bom,mas esse filme me impressionou bastante com suas cenas de terror e que acontecem logo no começo. Na foto temos os atores William Smith e Diane Holden (Que para minha tristeza se dá muito mal e eu achava ela a mais bonita do filme, até mais do que a mocinha, a atriz Lyn Peters). Temos aqui um Vampiro agindo no território urbano e que quando tem seu passado descoberto, causará uma grande caos para algumas pessoas no final do filme.
No You Tube tem o filme completo com a dublagem original da época.
Após se formar na universidade, Mayerik trabalhou em siderúrgicas para pagar os estudos e logo se tornou assistente do artista Dan Adkins, ao lado de P. Craig Russell. Sua estreia nos quadrinhos foi em 1972, com Chamber of Chills #2, desenhando "Spell of the Dragon", seguido por trabalhos em Conan the Barbarian e The Invisible Man. Em 1973, tornou-se o artista regular de Man-Thing na revista Fear, onde, com Steve Gerber, introduziu Howard the Duck – um pato antropomórfico de charuto e humor ácido, que se tornou um ícone pop.
Nos anos 1970, Mayerik desenhou Howard the Duck Annual e a tira de jornal do personagem em 1977. Ele também ilustrou The Living Mummy e The Frankenstein Monster, mostrando sua afinidade por temas de horror e fantasia. Em 1994, ilustrou a minissérie Bruce Lee, da Malibu Comics, escrita por Mike Baron. A série de seis edições apresentou um Bruce Lee fictício enfrentando gangues e rivais enquanto construía uma carreira no cinema, com histórias curtas de Mortal Kombat nas edições 1 e 5. A inspiração veio de Shang-Chi: Master of Kung Fu, da Marvel.
Em 1977, mudou-se para Nova York, trabalhando no estúdio de Neal Adams e, mais tarde, fundando a Upstart Associates com Howard Chaykin, Walt Simonson e Jim Starlin. Sua versatilidade o levou a colaborar com revistas como Heavy Metal e Warren Publishing, onde desenhou a série samurai Young Master. A partir dos anos 1980, expandiu sua carreira para a publicidade, criando storyboards para marcas como Coca-Cola, Microsoft e Nike, e ilustrou jogos para TSR e Wizards of the Coast, como Magic: The Gathering – The Shadow Mage. Em 2010, produziu a tira Useful Idiots com James Hudnall para o site Breitbart.
Nos últimos anos, Mayerik retornou aos quadrinhos, lançando Of Dust and Blood, um graphic novel sobre Little Big Horn, via Kickstarter, e contribuindo para Angel Punk na Dark Horse. Sua obra, que combina narrativa visual cinematográfica e um estilo detalhado, continua a inspirar, consolidando-o como uma figura essencial na história dos quadrinhos.
Sua carreira decolou em 1948 com a publicação em Bituin Komiks, levando-o a trabalhar para a Ace Publications, onde brilhou em títulos como Filipino Komiks e Espesial Komiks. Em 1963, criou Voltar, um épico que o lançou internacionalmente, ganhando prêmios de ficção científica nos anos 1970. A revista Alcala Komix Magazine foi batizada em sua homenagem, consolidando seu status nas Filipinas.
Nos anos 1970, Alcala migrou para os EUA, colaborando com DC Comics e Marvel Comics em títulos de horror e fantasia. Ele ilustrou Swamp Thing, Batman e Conan the Barbarian, destacando-se como entintador, com um estilo influenciado por Albrecht Dürer e Frank Brangwyn. Em 1975, criou Kong the Untamed com Jack Oleck, e em 1977 juntou-se à Warren Publishing, desenhando 39 histórias até 1981.
Nos anos 1980, trabalhou na tira de jornal de Star Wars e colaborou com Jack Kirby em Destroyer Duck. Apesar de sua produção ser limitada, sua influência foi vasta, inspirando artistas filipinos como Alex Niño. Recebeu o Inkpot Award em 1977 e, postumamente, o Stacey Aragon Special Recognition Award em 2021. Seu legado, marcado por detalhes minuciosos e narrativa inovadora, continua a encantar fãs e colecionadores.
Especializando-se em quadrinhos românticos, González trabalhou para a Editorial Toray em séries como Rosas Blancas e Serenata, e para a Fleetway britânica em títulos como Valentine e Mirabelle. Sua habilidade em desenhar mulheres belas e ambíguas o destacou, levando-o, em 1971, a Warren Publishing, onde revolucionou Vampirella com arte detalhada e erótica, começando na edição 12. Ele desenhou 58 histórias para a editora até 1983, incluindo capas e pin-ups, sendo aclamado por Jim Warren como o ideal para o personagem.
Entre 1974 e 1977, compartilhou a arte de Vampirella com José Ortiz e Gonzalo Mayo, mas sua influência permaneceu dominante até 1979, retornando brevemente em 1982-83 antes da falência da Warren. Nos anos 1980, na Norma Editorial, ele criou Chantal e Mamba, mantendo seu toque erótico. Após deixar os quadrinhos, focou-se em ilustrações a lápis e carvão, afastando-se do mercado americano, onde seu sobrenome era frequentemente escrito como Gonzales.
Reconhecido com o prêmio Best Art of the Year em 1971 e elogiado por Frank Frazetta, González inspirou gerações, com obras revisitadas em livros como The Art of José González. Seu legado, marcado por sensualidade e inovação, continua a fascinar colecionadores e fãs de quadrinhos.